Arrisque-se mais!

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Arrisque-se mais!

Uma frase célebre atribuída a Albert Einstein diz que “a definição de insanidade é continuar fazendo as mesmas coisas, esperando por resultados diferentes”.

Num mundo em que transformações significativas ocorrem em frações de tempo cada vez menores, manter-se fazendo exatamente as mesmas coisas e ainda ter a expectativa de colher resultados diferentes é, no mínimo, arriscado. Por outro lado, se reproduzimos determinada estratégia e continuamos colhendo bons frutos com ela, qual é a necessidade de mudar?

Espere um pouco. O título do texto te sugere a arriscar mais e acabo de dizer que se manter parado pode ser bom. Como assim?

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Cena do filme “A Travessia (2015)”, que conta a história real de Philippe Petit

A vida é, em certa medida, um risco constante e, para muitos, é justamente isso que faz dela algo tão especial. Esse equilíbrio de movimentos (ousar, arriscar e experimentar, mas sem deixar de lado a ponderação, manutenção e prudência) parece funcionar bem em muitas circunstâncias.

Dosar quando se movimentar mais para um lado do que para outro nem sempre é uma tarefa simples, mas certamente traz muitos aprendizados. Avaliar os diferentes cenários sociais, econômicos, políticos e culturais de forma ampla se faz relevante nessas situações, já que uma série de informações podem ser coletadas observando as tendências e padrões de comportamento que dali escapam. Ficar atento a estes cenários e conseguir antecipar o desejo das pessoas é a grande sacada!

A criação de novos serviços e produtos leva isso em conta. Se olharmos para o surgimento de algumas redes sociais, conseguimos entender um pouco sobre a “morte” do Orkut e o sucesso do Snapchat, por exemplo. Obviamente, sucessos temporários. Aqueles que conseguirem entender e antecipar o desejo da população frente às novidades da vida de forma geral terão mais chances de acertar. Mas tudo se trata de um risco!

Como tem sido esse movimento em sua vida profissional (e, por que não, pessoal)? Já parou para pensar em quão acomodado você se encontra? Por mais quanto tempo será que esta sua “forma de fazer” vai agradar? Quais pistas estão sendo dadas e podem impactar (se você ousar ouvi-las) positivamente sua vida?

Movimentar-se ao longo desse continuum requer, primeiramente, consciência sobre o seu modo de vida atual. E é por ele que eu deixo o meu convite a você. Que tal embarcar nesta jornada de avaliação e análise inicial para, depois, decidir o que fazer com o que você encontrar?

Grande abraço,

Ghoeber Morales

1 Comentário

  1. Ester
    Ester11-08-2016

    Adorei, é sempre bom passar aqui e dar um lida mesmo nos mais antigos! 🙂

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